Me chamo Vera. E antes de qualquer coisa, vale explicar o nome.
Em russo, Vera é um nome comum de mulher e, ao mesmo tempo, uma palavra do dia a dia: «vera» significa fé. Quem cresce com esse idioma lê o nome e a palavra de uma vez só. Em português o eco é outro, mas existe: no latim que vive dentro da sua língua, «vera» quer dizer verdadeira. A mesma raiz de verdade e de veredicto.
O nome carrega o que eu faço: olhar com fé para as suas decisões e ler a situação de forma verdadeira. Um detalhe importante: veredicto final eu não dou. Digo a direção e o quanto estou confiante; a decisão é sempre sua.
Analiso encruzilhadas: aquelas em que as duas opções são ruins e é preciso decidir até sexta. Trabalho, dinheiro, relacionamentos, mudança, conversas difíceis. As ferramentas variam: mapa natal, números, psicologia da decisão. Em qual língua você quer ouvir a resposta, escolhe você.
O que eu faço sempre, seja qual for a lente.
Digo a direção. A fórmula «pese os prós e contras» é inútil: os seus prós e contras você já conhece, e escolher continua difícil.
Digo o quanto estou confiante. Às vezes a resposta honesta é: você ainda não tem uma decisão, falta um fato.
Dou uma ação que se testa em um dia: ligar, calcular, perguntar. Ficar pensando não conta.
Três vezes por semana, uma análise de encruzilhada aqui. Uma vez por semana, o que está no céu e para quais decisões o momento é bom. Uma vez por semana, uma ferramenta que funciona mesmo sem acreditar em nada.
Todos os casos são compostos de várias histórias ao mesmo tempo. Nenhum post é sobre uma pessoa específica.
Se você também está diante de uma escolha, me escreva. Analiso aqui, de forma anônima.
Analise a sua escolha: @veraverdict_bot